Sempre achei fantástica a arte de escrever, a capacidade de traduzir no papel teus pensamentos, opiniões, sentimentos, experiências. Tenho como influências autores consagrados como Clarice Lispector, Vinícius de Moraes e Cecília Meirelles. Entretanto, a finalidade minha aqui passa longe das obras maravilhosas de tais autores. Pretendo simplesmente libertar os pensamentos que, confinados na minha mente conturbada, clamam por uma ‘válvula de escape’, que permita a tradução dos mesmos em letras, palavras, parágrafos, numa expressão sólida daquilo que se passa neste confinamento.Os dedos passam apressadamente pelo teclado, tentando redigir tudo que os afoitos pensamentos querem entender, assimilar. Minhas memórias engavetadas fazem barulho, e então as palavras vão se formando, as ideias vão se fechando, até que outros pensamentos começam a emergir e a procurar a tal válvula. É um ciclo vicioso. Vou borrifando ao vento aquilo que minhas mãos não conseguem escrever e, por hora, isso basta.
Mah!!!
ResponderExcluirÉ o Michel!
Achei o texto interessante. É uma dádiva preciosa conseguir transmitir em palavras aquilo que os pensamentos transmitem ao nosso coração e se traduzem em atitudes. Escrever eternizará, naõ apenas na sua memória, mas na memória daqueles que lêem, o modo como vc vê as situações às quais vivência... Sucesso!!!
Eu não sabia dessa sua abilidade com as palavras, de transmiir seus sentimentos por um jesto tão simples.
ResponderExcluirAgora, quando eu escrver para você, vou ficar envergonhado.
Te amo meu coração!
Ass: Bertrand